Homem preso na noite de terça-feira (20/10) acusado de matar o vizinho Aristóteles Onassis Tufaile, 47, e balear o filho dele, de 23 anos, alegou ter agido para se defender, conforme boletim de ocorrência registrado após a ação. O caso ocorreu no Jardim Batistão, em Campo Grande.
Manoel Paulo Cardoso, 65, afirmou à Polícia Militar que foi ofendido e atingido por pedras e pedaços de madeira arremessados pelas vítimas antes do crime.
Aristóteles já estava morto quando as equipes de segurança chegaram ao local. Ele acabou atingido na cabeça, enquanto o filho dele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado à Santa Casa.
O boletim aponta que os desentendimentos entre os vizinhos eram anteriores ao crime e envolviam conflitos relacionados a reformas nos imóveis.
A viúva de Aristóteles relatou à polícia que as discussões sobre as obras já ocorriam havia algum tempo. Manoel teria uma propriedade situada entre os imóveis envolvidos no conflito, segundo as informações do Campo Grande News.
Após os tiros, o suspeito fugiu de carro. Ele foi localizado e capturado por uma equipe da Força Tática.
Durante a busca no veículo, os policiais encontraram um revólver Taurus, calibre .38, com cinco munições deflagradas. A arma foi apreendida e encaminhada para perícia.
O suspeito foi conduzido à delegacia para formalização do flagrante. A perícia técnica e a autoridade policial estiveram no local do crime para os levantamentos necessários. O caso foi registrado na Depac Cepol.