A Prefeitura de Aquidauana, por meio da Secretaria de Saúde e Saneamento (SESAU), está realizando o Curso de Primeira Intervenção em Crises de Suicídio e Emergências Psiquiátricas (PRIC), capacitação voltada ao aperfeiçoamento de profissionais que atuam diretamente no atendimento de situações de crise e emergências em saúde mental.
A programação teve início com as aulas teóricas, que estão sendo realizadas nesta semana, abordando temas essenciais para o atendimento qualificado de pessoas em sofrimento psíquico. O curso está sendo ministrado por militares do Corpo de Bombeiros de Campo Grande.
Entre os conteúdos trabalhados estão reconhecimento e intervenção em emergências psiquiátricas, prevenção do suicídio, gerenciamento de crises, comunicação em saúde mental, contenção física e mecânica, rede de atenção psicossocial e legislação aplicada.
Já a etapa prática será realizada nesta quinta-feira (11), com atividades de simulação e treinamento de Primeira Intervenção em Crises (PIC).
Os exercícios permitirão que os participantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, desenvolvendo habilidades para atuação segura, humanizada e eficiente em ocorrências reais.
Participam da capacitação representantes do Corpo de Bombeiros Militar, SAMU de Aquidauana, SAMU de Terenos, 9º Batalhão de Engenharia de Combate (9º B E Cmb), 7º Batalhão da Polícia Militar, DEMUTRAN, Detran-MS, Cruz Vermelha, CAPS, Centro de Acolhimento, Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), psicólogos do município, profissionais de enfermagem e demais integrantes da rede de atenção à saúde mental.
O curso também conta com a participação de militares do Corpo de Bombeiros de Miranda e Terenos, e, também, um acadêmico da Universidade Sudamericana – Paraguay.
Para o coordenador do SAMU de Aquidauana, Heverton Bastos, a capacitação representa um importante investimento na qualificação das equipes que atuam na linha de frente dos atendimentos.
“Investir na capacitação dos profissionais é fortalecer a rede de atendimento e garantir que as pessoas em sofrimento psíquico recebam acolhimento qualificado, seguro e humanizado. Em muitos casos, uma intervenção adequada pode salvar vidas”, ressaltou Heverton Bastos.
› FONTE: AGECOM