Laís Gabriela Barbosa falou em "colocar fogo" no cabeleleiro por causa de corte de cabelo
A defesa do cabeleleiro Eduardo Ferrari, atacado por Laís Gabriela Barbosa da Cunha, 27 anos, afirma que ela premeditou o crime por levar arma branca na bolsa e também proferir ofensas homofóbicas, nesta quinta-feira (7). O crime aconteceu na quarta-feira (6) em salão de beleza na Barra Funda, em São Paulo.
A advogada Quecia Montino adicionou ao processo prints de mensagens no Whatsapp que indiciam Laís por homofobia. Segundo Quecia, as conversas mostram que a acusada falou em “colocar fogo” no cabeleireiro. A defesa afirma que a premeditação foi por ela ter levado uma faca na bolsa, antes da agressão.
Relembre o caso:
Uma mulher foi presa após tentar esfaquear um cabeleireiro com uma faca de cozinha na tarde da quarta-feira (5), em um salão de beleza na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Em vídeos divulgados nas redes sociais, a cliente diz que ficou insatisfeita com o corte de cabelo.
“Vocês conseguem ver na minha franja? Tá parecendo o cebolinha porque ele cortou todo o meu cabelo. Eu mandei mensagem no WhatsApp e eles ficaram dois dias sem me responder. Aí sabe o que eu fiz? Ofendi ele. Falei: ‘seu viado desgraçado, arruma o meu cabelo’. Na hora ele respondeu”, disse a mulher. Segundo o relato, ela teria sofrido um corte químico, o que funcionários do salão negam.
Imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que a mulher conversa com o cabeleireiro Eduardo Ferrari enquanto ele atende outra cliente. Em seguida, ele vira de costas e ela tira uma faca de cozinha da bolsa para tentar esfaqueá-lo, mas logo é contida pelos seguranças.
Com informações do Uol