A Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, em parceria com a Prefeitura de Aquidauana, realizou nessa sexta-feira, 10, um mutirão de atendimentos voltados aos moradores das aldeias Limão Verde, Córrego Seco e Buritizinho.
A iniciativa contou com o apoio das Secretarias de Saúde e Saneamento e da Assistência Social, além da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres e do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM).
Dentre os presentes estiveram os secretários Marluce Luglio (Administração), Catharine Marques (Procuradora Jurídica) e Anderson Meireles (Chefe de Gabinete) e os defensores públicos – Danilo Shiroma e Stephany Giardini e equipe.
A atividade aconteceu na Escola Municipal Lutuma Dias, na Aldeia Limão Verde, com o objetivo de facilitar o acesso da população originária a serviços essenciais de cidadania, saúde e proteção social.
Durante todo o dia, os moradores tiveram acesso à assistência jurídica gratuita, com atendimentos realizados pela equipe da Defensoria Pública de Aquidauana, oferecendo orientação e encaminhamentos para resolução de demandas legais.
A Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento, em parceria com a Secretaria Especial de Saúde Indígena, também participou da ação com a oferta de vacinação para o público adulto e infantil, garantindo a atualização da caderneta vacinal da comunidade.
Já a equipe da Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres e do CRAM estiveram presentes com orientações e atendimentos especializados, reforçando a rede de apoio e proteção às mulheres da aldeia.
A secretária de Administração – Marluce Luglio destacou o trabalho integrado: “Essa parceria entre as instituições demonstra o quanto o trabalho conjunto é importante para ampliar o acesso aos serviços públicos e promover mais dignidade para a população indígena.
A defensora pública Dra. Stephany Oliveira Giardini Fonseca destacou a importância da iniciativa: “Agradecemos a parceria com a Prefeitura de Aquidauana, que tem sido fundamental para que possamos levar esses atendimentos até as comunidades. A proposta é que esse trabalho seja itinerante, alcançando outras aldeias e garantindo um acesso cada vez mais amplo à justiça, de forma humanizada e próxima da população”.
O cacique da Aldeia Limão Verde Ademilson da Silva também ressaltou a relevância da ação: “Esse atendimento aqui na aldeia facilita muito para nossa comunidade. Nem todos conseguem ir até a cidade, então trazer esses serviços até nós é um grande benefício para todos”.
“Estar presente nas aldeias é essencial para fortalecer a rede de proteção às mulheres indígenas, garantindo informação, escuta qualificada e encaminhamentos necessários”, finalizou a coordenadora da Coordenadoria das Mulheres – Josilene Rosa.
› FONTE: Agecom